Galeria de Arte – O retorno

Esta fase, quebrou um jejum de uns quatro anos sem pintar, voltei em 2006, e de lá pra cá não parei mais. Antes pintava esporadicamente, talvez por falta de espaço ou por comodismo, botando culpa no corre-corre do dia-a-dia. As vezes tem que acontecer alguma coisa na sua vida para você tomar certas decisões. E agora estou recuperando o tempo perdido.

 

 

Dança do Acasalamento – Óleo sobre Tela 2006

express1Flagra – Óleo sobre Tela 2006

 

 

4 paredes – Óleo sobre Tela 2006

Jogo – Óleo sobre Tela 2006

Lavadeira do Rio – Óleo sobre Tela 2006

8 comentários sobre “Galeria de Arte – O retorno

  1. Deslumbrante ….bom te encontrado …formidável tua arte …obra de intenso vigor e sensualidade. belíssima fase . Originalíssimo. Congratulações.

    • Obrigado, eu só tenho agradecer a você e a todos que passam pelo meu blog apreciando as minhas telas e desenhos. Felicidades!

  2. Algumas amigas do Amapá adoraram a tela Lavadeira do Rio…. compartilharam no face, para saber quem é o autor. Por alguns segundo, pensei que fosse algo da Tarssila, mas como sou leiga, fui procurar. E achei, pois, essa tela nos arremessou para os tempos em que era muito comum…tomarmos banho nos igarapés, e lá encontrávamos as senhoras lavando suas roupas e cantarolando…Tempos de infância!
    Te desejo sorte, nessa nova fase, pois talento tu tens. Obrigada pela obra.

  3. Vc é um artista maravilhoso, adorei o teu trabalho, em especial a tela Lavadeira do Rio que nos identificamos muito aqui no Amapá por conta de um artista regional chamado Osmar Júnior que tem um sucesso chamado Igarapé das Mulheres, é um igarapé onde as mulheres antigamente iam para lavar roupa.Vou postar a letra pra vc , é um clássico aqui no Amapá.
    Como podemos adquirir as suas telas?

    Abraços, Nair Martel

    O tempo leva tudo
    O tempo leva a vida
    Lá fora as margaridas fazem cor

    Eu lembro a alegria,
    Boiar naquelas águas
    E ver as lavadeiras lavando a dor

    E lavavam a minha esperança perdida,
    De crescer lá no igarapé
    E lavavam o medo que tinha da vida
    E agora o meu medo o que é?

    A minha nave, um tronco navegava
    As estrelas, entre as palafitas
    E as lavadeiras

    Nas minhas aventuras, poraquê
    Pirara, piranha peixe-boi, boto igára

    E lavavam a minha paixão corrompida
    As mulheres do igarapé
    As Joanas, Marias, Creusas, Margaridas,
    Lavarão o que ainda vier

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